Encerrado no silêncio singelo
Do meu encontro secreto
Com o eu que não revelo,
Tenho tentado chegar ao concreto!
Por entre as arcadas
Do claustro, toda a beleza
Que observei e as paisagens abraçadas
Abasteceram a alma de clareza!
Inebriante, o perfume
Do Alentejo imenso.
Doce quase lume,
Poente intenso.